A The Economist prepara-se para uma internet dividida em duas: uma para humanos e outra para agentes de IA
A The Economist está a começar a preparar-se para um cenário que ganha cada vez mais peso no setor editorial: uma web em que parte do conteúdo continuará a ser desenhada para leitura humana e outra terá de ser estruturada para ser compreendida, resumida e utilizada por agentes de IA.

